Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

Mega-iate "Atlântida"


Caros entusiastas de navios!
Eu vou dar especial ênfase ao ferry "Atlântida".
Este navio elegante, parece um mega-iate, um navio que cativa as atenções.
Se a ideia do empresário luso-canadiano John Amaral vingar, utilizando o Atlântida em viagens de cruzeiro nos Açores e entre esta região e a Madeira, será uma mais valia para o Turismo dos Açores e até para a Madeira.
Eu não duvido do futuro deste navio se efectuar viagens turísticas entre os Açores e a Madeira à velocidade económica de 17 nós (31,5Km/h).
Evidentemente que não se trata do ferry ideal para efectuar viagens regulares entre os Açores e a Madeira.
O ferry ideal para as mesmas, deverá ter a velocidade mínima de 23 nós (42,6Km/h)
Agora, este ferry "Atlântida" poderá efectuar os cruzeiros em regime Easy Cruise.
Trata-se de Cruzeiros low cost com os mesmos conceitos da EasyJet, apenas o básico está incluído no preço, o que para pessoas que dispensem certas mordomias, chega perfeitamente.
É esta operação que proponho para o Mega-iate "Atlântida".
Este bonito navio encontra-se à venda nos Estaleiros de Viana do Castelo.

Consumo de diesel diário: 29,00t
Imagem dos ENVC
(©) Text Copyright; texto e ideia, com direitos: Paulo Farinha

Novo parque eólico da EEM - Paúl da Serra





Eu confiro um especial interesse às energias renováveis.
A título de curiosidade, o ferry espanhol da ARMAS, transportou os equipamentos, agora inaugurados.


Notícia do Jornal da Madeira
A participação das energias renováveis no total de energia na Região alcançará os 22 por cento em 2012 e 30 por cento em 2017. Esses valores ultrapassam os 20 por cento que a União Europeia quer que todos os Estados Membros atinjam em 2020.
O anúncio - feito pelo presidente da Empresa de Electricidade da Madeira (EEM), na inauguração do novo Parque Eólico da sociedade Energias Renováveis, Lda. (ENEREEM), no sítio do Loiral, Paul da Serra - levou o presidente do Governo Regional a defender que a Região tem de garantir a sua independência do exterior em todas as áreas em que tal for possível.
Alberto João Jardim lembrou o que a Região era há 30 anos e a evolução que teve nesse período.
«Passaram-se 30 anos, temos oito vezes mais o consumo de energia, o que significa o salto que a Região deu e que não tem qualquer espécie de paralelo noutra região europeia», disse o presidente do Governo.
Jardim lembrou que, há trinta anos, a Região tinha apenas 30 por cento do seu território coberto por energia eléctrica. Daí ter considerado uma verdadeira «epopeia» o que os técnicos e trabalhadores da EEM conseguiram realizar nestes anos.
Alberto João Jardim salientou que a Região atravessa, agora, uma outra fase: a das energias renováveis.
«Quando alcançarmos a cobertura total do território, já nessa altura atingimos o nível mais alto de cobertura em toda a União Europeia; agora, a estratégia que a EEM vem desenvolvendo, permite-nos ir já à frente da própria União Europeia na percentagem de instalação de redes de energia renovável. Tudo isto diz bem da qualidade da empresa, a qualidade do trabalho que ela vem realizando», disse o chefe do Executivo madeirense, estendendo o seu louvor ao vice-presidente do Governo, João Cunha e Silva, que considerou ser «o grande impulsionador desta estratégia no campo da energia».
Novas inaugurações
Jardim anunciou que, em Setembro, irá inaugurar um outro investimento no ramo das eólicas (vide página 11).
Antes disso, mais precisamente na próxima segunda-feira, inaugurará um outro investimento no domínio das energias renováveis, desta feita da iniciativa privada.
«Isto vai permitir os objectivos de se chegar a 2017 não com os 20 por cento que a União Europeia pretende em todo o território da União para as energias renováveis, mas se atingir os 30 por cento», acrescentou.
Alberto João Jardim salientou que estas previsões, apresentadas anteriormente por Rui Rebelo, são feitas por baixo.
Reduzir dependências
O presidente do Governo Regional sublinhou que «cada passo que se dá no campo das energias renováveis é estar a saber prever o futuro» e considerou que a História fará justiça ao que a Região está a fazer nestas áreas.
«É necessário, rapidamente, ir reduzindo dependências exteriores da Região. Essa é a razão pela qual eu entendo que a Região tem de ter mais poderes legislativos. A dependência não é só uma dependência material. É tudo o que envolve a palavra dependência. A Região não é um território contíguo a qualquer grande espaço, muito menos um grande espaço económico e, portanto, tem de saber ter as suas independências próprias, como por exemplo, no campo da energia», disse o presidente do governo.
Metas da Região
Por seu turno, Rui Rebelo disse que a União Europeia definiu que todos os Estados Membros terão de atingir até 2020, a meta dos três “vintes”: reduzir em 20 por cento as emissões de gases com efeito estufa; garantir que 20 por cento da energia provenha de energias renováveis e aumentar a eficiência energética em 20 por cento.
Na Região, o Governo, através da Vice-Presidência, tem desenvolvido uma estratégia de evolução do sistema eléctrico regional, em torno de três grandes conceitos: prover a segurança e a fiabilidade do sistema eléctrico; proteger o ambiente e promover a competitividade, disse Rui Rebelo.
Paralelamente, a Região tem como objectivo prioritário atingir e superar a meta dos três 20 da União Europeia, através de um plano de acção focalizado em três vectores centrais: maximizar o aproveitamento dos recursos renováveis regionais; fomentar as energias alternativas e incentivar a utilização racional de energia, concluiu o presidente da Empresa de Electricidade da Madeira.
A Obra
O novo Parque Eólico da sociedade ENEREEM-Energias Renováveis, Lda, do grupo EEM representou um investimento de 6,5 milhões de euros e compreende 6 aerogeradores de potência unitária de 850 kw, atingindo as torres 49 metros de altura e o diâmetro do rotor 52 metros. A produção prevista é de 14,4 MWh/ano, o que corresponde ao consumo doméstico (residencial) dos concelhos de São Vicente e Ponta do Sol (aproximadamente 7.200 consumidores), permitindo, adicionalmente, evitar a emissão anual de 10 kton de CO2 e a importação de 3,22 kton de fuel. O investimento enquadra-se na estratégia da Política Energética Regional, que prima pela sustentabilidade económica e ambiental, segurança no abastecimento, recurso a fontes de energia limpa e combate às alterações climáticas.
Terceiro parque eólico vai permitir triplicar potência instalada na RAM
O presidente do Conselho de Administração da Empresa de Electricidade da Madeira anunciou ontem que será inaugurado em breve um novo parque eólico: o das Pedras.
No total, este parque produzirá 15,3 megawatts, o que permitirá triplicar o valor da potência actualmente instalada na Região.
A contribuição da componente eólica passará, assim, dos 2 por cento do mix de produção anual para cerca de 6 por cento, ou seja, 54 gigawatts, disse Rui Rebelo.
Este acréscimo de produção eólica corresponde ao consumo doméstico dos concelhos de Machico, Calheta e Porto Moniz, o que corresponde a cerca de 16.100 consumidores.
Evitará, também, a emissão anual de 27.500 toneladas de CO2 e a importação de 8.500 toneladas de fuel, acrescentou.
Esta estratégia governamental, segundo Rui Rebelo, compreende projectos já anunciados até 2017, «de impacto e valor significativo na economia da Região, tanto através do efeito do aumento da despesa interna, como através da substituição de importações de petróleo».

Quarta-feira, 15 de Julho de 2009

"Madeirense3"- Porto do Caniçal


O Porta Contentores "Madeirense3" da Empresa Madeirense de Navegação, que frequenta o Porto Comercial do Caniçal é o mais rápido navio (17,5 nós (32,4 Km-h) e o maior, a transportar mercadorias contentorizadas dos portos nacionais para a região (Porto do Caniçal).
Velocidades dos outros Porta Contentores que frequentam o Porto Comercial do Caniçal.
"Port Douro" da Portimar, 13 nós (24 Km-h)
"Ilha da Madeira" da Vieira & Silveira, 14,8 nós (27,4 Km-h)
"Apolo" fretado à Box Lines, 15 nós (27,7 Km-h)
"S. Gabriel" fretado à Box Lines 15,5 nós
"Insular" da Transinsular, 16,5 nós (30,5 Km-h)

Colocação de um contentor no "Port Douro"

Terminal de passageiros do Porto do Funchal



O Presidente do Governo Regional da Madeira, no dia 13 de Julho pelas 17.00 horas, inaugurou o terminal de passageiros do Porto do Funchal que corresponde a um importante passo no sentido da melhoria do serviço prestado aos passageiros que pretendam deslocar-se por via marítima entre a Madeira e o Porto Santo.

Navio-escola "Vega" dá lugar ao "Blaus VII"???



Efectivamente o navio-escola "Vega" a 21 de Julho de 2008, passou ao estado de desarmamento e abate ao efectivo, futuramente será convertido e preservado face ao seu grande valor museológico, sendo substituído pelo veleiro "Blaus VII" que se encontra à guarda da Marinha Portuguesa e foi capturado em Fevereiro de 2006, a 100 milhas da Ilha da Madeira pelo DAE na «Operação AGRAFE» de combate ao narcotráfico, em cooperação com a Polícia Judiciária.
Fiquei estupefacto com a transferência do iate "Blaus VII" (construído em 1983) capturado com 1,5t de cocaína, pelas autoridades marítimas portuguesas nos mares da Madeira em 14 de Fevereiro 2007, para o Continente, por ordem do tribunal do Funchal, encontrava-se desde essa data até o fim de Setembro de 2007 no Porto do Funchal.
Dimensões: 22,50 x 5,26 x 2,70
GT: 24t
Valor estimado: Euros 1.000.000,00
Por incrível que pareça o o mencionado iate foi transferido da Madeira para o continente. Será que os portugueses estão a despertar novamente para o mar e para os navios?
mas o iate também teria uma boa utilização na Região Autónoma da Madeira, evidentemente. A mesma que está a ter no continente português.
Ou será que somos portugueses de segunda para não merecermos esta excelente embarcação bem equipada, inclusive com um telefone sofisticado via satélite?
O arquipélago da Madeira constitui uma Região Autónoma da República Portuguesa, dotada de Estatuto Político-Administrativo e de órgãos de governo próprio e o Estatuto, foi pura e simplesmente ignorado pelo Tribunal.

Pelo regresso desta embarcação à Madeira!
1ª imagem retirada do Blogue Barco à Vista
2ª imagem do autor do Blogue (o Blaus VII" no Funchal.

Na página da PGRAM
Para formação
Marinha utiliza veleiro da droga
O veleiro “Blaus VII”, apresado no primeiro trimestre de 2007, nos mares da Madeira, com 1.500 quilos de cocaína, está a ser utilizado pela Marinha para formação de cadetes.
O Chefe de Estado Maior da Armada, Fernando Melo Gomes, desconhece os contornos da decisão do Tribunal de Vara Mista do Funchal de passar a embarcação para posse da Região Autónoma da Madeira, tal como estipula o Estatuto Político-Administrativo.
«Essa embarcação está a ser muito útil na formação dos nossos oficiais e cadetes da Escola Naval, porque, infelizmente, tivemos de abater um dos nossos navios de treino que tínhamos para esse efeito», salientou o almirante, que fez questão de afiançar que respeitará a determinação que seja tomada pela tutela.

Já substituíram as baterias da embarcação! um dinheirão só para baterias!!!

Luís Filipe Jardim versus Francisco Santos

Verão 2009
Carga entra no tradicional 'despique'
Tema quente
Deve o porto do Funchal ser local de desembarque de mercadorias?

Luís Filipe Jardim - Presidente CEN
"Uma ligação ferry não deve ser vista isoladamente como um serviço só de passageiros ou só de mercadorias...O porto do Funchal deve ser o porto de navios de passageiros, sejam de cruzeiros, sejam ferries... O objectivo da comunidade portuária deve ser o de criar condições para a normal movimentação de automóveis e cargas rolantes de um ferry. Uma opinião de um entusiasta de navios, mas sobretudo de um ilhéu que sempre acreditou que a Madeira ia estar mais próxima do mundo também de ferry!"

Francisco Santos - Presidente da ACIF
"A posição da ACIF nesta matéria resulta das opções estratégicas que a Região tomou, por ocasião do Plano de Desenvolvimento das Infra-Estruturas Portuárias da Região. Foi decidido que o Porto do Funchal seria iminentemente vocacionado para o turismo, em especial para a operação dos paquetes, sendo claro que a Região queria a operação de carga sedeada no Porto do Caniçal. Nós temos a nossa opinião desde que houve discussão do plano..."


Nota do autor do Blogue: O meu companheiro do CEN, sem dúvida que percebe de navios. Sabe distinguir um ferry de um Porta Contentores. Um ferry com passageiros e carga rodada, evidentemente que deve operar no Porto Turístico do Funchal, tal como operam os ferry's "Lobo Marinho" & "Volcan de Tijarafe", é esta a opinião de um europeu ilheu e entusiasta de navios, crendo que Francisco Santos não muda de opinião com ideias feudais. Houve a discussão do plano, e pronto, prevalecerá no tempo, não se adaptando nem admitindo o modernismo e a rapidez de um ferry que liga a Madeira à Europa! Incrível!!! Francisco Santos tem espírito europaísta? creio que não, ao não aceitar o ferry espanhol no Porto do Funchal.
A Madeira necessita de expansão marítima. Pela manutenção da Autoestrada marítima entre a Madeira e a Europa

Terça-feira, 14 de Julho de 2009

A "Marinha" da GNR

Marinha da GNR - CLIQUE AQUI

Governo vai defender 'ARMAS'


Governo ao lado da 'Armas' evoca interesse público
'Portos' e IPTM preparam resposta à providência cautelar
Data: 14-07-2009 Comentários: 7
Tudo esclarecido. O Governo da Madeira é de opinião contrária à Associação Nacional de Armadores e entende que a operação da Naviera Armas cumpre os termos para a qual está licenciada. E Conceição Estudante vai mais longe ao elogiar a iniciativa do armador canário, deixando claro que a Região está a tirar dividendos da linha Portimão-Madeira-Canárias.
António Armas veio ontem à Madeira para reunir com a responsável no governo pelo Turismo e Transportes. Um encontro agendado há algum tempo e que serviu de pretexto para analisar "colaborações futuras e melhorar o relacionamento ".
Falando aos jornalistas, Conceição Estudante deixou claro que o encontro nada tinha a ver com os efeitos suspensivos da providência cautelar noticiada pela RTP-Madeira na noite de sábado - e destacado na edição de domingo do DIÁRIO - sendo claro para o Governo da Madeira que "esse conflito é para ser derrimido em tribunal. E o que for decidido será acatado por todas as partes", anuncia a governante.
Para Conceição Estudante "a operação da Naviera Armas cumpre o que está na licença", reiterando a governante um conceito vago e conflituante com a estratégia do armador que a operação "deverá atender ao equilíbrio exigido ao bom funcionamento do Porto do Funchal", exigência que pelas declarações de António Armas não o impede de transportar tudo o que couber no navio.
Garantindo que a Administração de Portos da Região Autónoma da Madeira não tem conhecimento, nem foi citada sobre o despacho do juiz do Tribunal de Circulo de Lisboa,
a Secretária Regional do Turismo e Transportes admite que há um litígio na interpretação das regras resultantes da licença, mas deixa isso por conta do tribunal.
Rejeitando qualquer favorecimento do Governo Regional ao armador espanhol, bem como o fomento de concorrência desleal,
Conceição Estudante reage de forma enérgica: "Não houve nenhum armador, nem um, que nos propusesse uma operação como a que foi proposta pela Naviera Armas e que está licenciada nos termos da lei. Se houver armadores interessados em operar no Porto do Funchal com navios ferry, a Região nada tem a opor".
De acordo com as informações que o DIÁRIO recolheu, a Administração de Portos da Madeira, bem como o Instituto Portuário e Transportes Marítimos, têm agora 10 dias para deduzir a oposição, podendo o juiz do Tribunal de Circulo de Lisboa aceitar a evocação do interesse público como única forma de permitir que a Naviera Armas possa manter a operação.
Não há uma decisão tomada, mas segundo apuramos o governo português não está interessado em alimentar um conflito com o governo de Espanha,
podendo por via disso ordenar ao IPTM que evoque o interesse público, o que a acontecer será subscrito pelo Governo da Madeira.
Naturalmente que o Estado terá de ter em atenção, também, os interesses dos maiores armadores portugueses - Grupo ETE, Boxline e Portline - já que são eles que têm mantido a marinha portuguesa activa, com todas as vantagens para a economia nacional.
Citação entregue
Já é oficial. O Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos, bem como a Administração de Portos da Região Autónoma da Madeira já receberam a citação do Tribunal de Circulo de Lisboa, em que este ordena a estas entidades que impeçam a Naviera Armas de prosseguir a operação de carga/descarga no Porto do Funchal nas condições em que vem ocorrendo. Entre hoje e amanhã o armador espanhol deverá receber também. Nos termos da lei, o armador está impedido de transportar carga para o Porto do Funchal. Mas se deduzir oposição e os argumentos foram considerados válidos pelo juiz, a providência pode ser anulada.
Vamos transportar o máximo de carga
Duro e sereno, António Armas deixou ontem claro que não aceita limites e condicionalismos à operação para a qual está licenciado. E em resposta a uma pergunta, foi claro. "Vamos trazer toda a carga que podermos e... ainda mais".
O dono da Naviera Armas reiterou não ter conhecimento de qualquer medida cautelar, pois ainda não foi notificado e promete que só após ser citado é que vai analisar o que fará.
Uma coisa é certa, o armador canário entende "que não estamos a fazer nada fora da lei" e como tal vai manter a operação.
Rejeitando a existência de "problemas com as autoridades portugueses", com quem diz manter boa relações, António Armas assegura que vai continuar a "fazer o que temos de fazer, pois não fizemos nada por detrás".
À margem das declarações, o DIÁRIO sabe que António Armas depois de ser citado pelo tribunal optará por uma de duas soluções: ou vai para tribunal esgrimir os seus argumentos ou, em alternativa, aceitará um acordo com a Região e a Associação Nacional de Arnadores para operar no Porto do Caniçal.
Esta última solução não agrada a Conceição Estudante, que não quer ver os passageiros-turistas a desembarcar num porto que não oferece condições para este tipo de operação, razão pela qual o governo Regional está ao lado da Armas.
Miguel Torres Cunha (DN)


Apenas uma nota do autor do Blogue!
Não concordo com esta passagem "Naturalmente que o Estado terá de ter em atenção, também, os interesses dos maiores armadores portugueses - Grupo ETE, Boxline e Portline - já que são eles que têm mantido a marinha portuguesa activa, com todas as vantagens para a economia nacional", retirem a Box Lines, porque o Porta Contentores "Apolo" desta empresa, que frequenta o Porto Comercial do Caniçal, não lhes pertence.
Trata-se de um navio fretado.
Porta Contentores APOLO
GT:4.454t
NT:1.986t
Dimensões:100 x 18,8 x 5,1 (calado)
Velocidade: 15 nós
Consumo de combustível por dia, em navegação: abt. 17.0 mt IFO 180 RME 25
Capacidade: 501 contentores TEU (20 pés).
No exterior (deck) 364, no interior 141, ou 170 contentores de 40 pés no deck, e no interior 64 de 40 pés.
Equipado com 2 guindastes com capacidade de 40t cada.
Construção: ano 2003, no estaleiro chinês Qingshan Shipyard
Proprietário: Briese Schiffahrts Gmbh & Co. KG - Alemanha
Pavilhão: Alemanha
Registo: Leer

COMENTÁRIOS NO DN Madeira

Anónimo : Actualizado: 14-07-2009 19:07:34
Força Armas, que a maior parte dos Madeirense está do vosso lado.: Quanto os senhores do monopólio, sente o seu ninho ameaçado, não pensam dois vez é esmagar por onde der. Exmos. Srs. Armadores que operam na madeira, se estão a perder clientes, há uma coisa que podem fazer pratiquem preços mais competitivos.

Anónimo : Actualizado: 14-07-2009 16:50:09
"ARMAS", ARMADORES E PREÇOS....: O problema pelo que se nota realmente, está é nos preços praticado pelo Naviera Armas, pois isso é que é realmente a questão, no transporte a preços módicos e ao alcance de todos, seja de passageiros, automóveis ou contentores RO/RO com mercadoria que fica mais barata ao consumidor. Talvez PREÇOS IMPENSÁVEIS de praticar pelos armadores madeirenses que têm o monopólio aqui na região. Deveria haver um barco assim e que pertencesse à região, mas não um que ande sempre a ir ao continente e a ser varado pra manutenção e que é uma autêntica tartaruga marinha em velocidade entre as Ilhas do Arquipélgo (se calhar até anda mais depressa...a tartaruga). Há quem diga de boca cheia pela praça, que podia fazer-se em menos tempo ao Porto Santo e a preços mais acessíveis, mas o problema é esse mesmo e que até se demora mais para consumirmos "mais" nos bares de bordo até lá chegarmos para terem a receita maior (?!) Vejam o exemplo agora dos Açores, um empresário vai arriscar num barco idêntico ao "Armas" para inter- ilhas e vir também à Madeira e fazer viagens entre os Açores (o Naviera Armas já pensou o mesmo). Portanto,"às armas" e marchar contra quem está contra o Armas e outros, BEM HAJAM!

jcnunes » Joao Carlos Nunes : Actualizado: 14-07-2009 14:51:45
Os Senhores " Da vergonha da Madeira " : Se continuase-mos debaixo do dominio dos Armadoures... estava tudo muito bem ! a nos explorarem..." Tipo curral de carneiros " Pois tiveram a mesma aportunidade que o ARMAS teve. ( agora teem dores de cotuvelo ) Este envistimento e para o Mundo actual... nao e continuarmos NUMA ILHA DE TERCEIRO MUNDO. Isto e uma licao para todos os que procedem da mesma forma, para irem mudando esta maneira estupida de precionar os cidadaos e travar um desenvolvimento estavel. Agora podemos dizer ao Senhor Antonio Armas, que so agora e que a Europa esta ligada a nos!....devemos este agradecimento todo a ele Senhor Espanhol, "Somos portugueses e acima de tudo EUROPEUS " Os precos tambem sao NORMAIS. "O QUE SAO OS SENHORES ARMADOURES " Estao armados em donos da MADEIRA !

cebolas » Paulo Farinha : Actualizado: 14-07-2009 14:50:54
Box Lines-"Apolo": Apenas uma nota! Não concordo com esta passagem "Naturalmente que o Estado terá de ter em atenção, também, os interesses dos maiores armadores portugueses - Grupo ETE, Boxline e Portline - já que são eles que têm mantido a marinha portuguesa activa, com todas as vantagens para a economia nacional", retirem a Box Lines, porque o Porta Contentores "Apolo" desta empresa, que frequenta o Porto Comercial do Caniçal, não lhes pertence. Trata-se de um navio fretado que ostenta bandeira alemã.

Anónimo : Actualizado: 14-07-2009 11:09:07
Duarte Pestana: Ora bem Os senhores de sempre (armadores)estao sempre desponiveis para fazer o mal. Acabar com a cocncorrencia leal e viver com o monopolio camuflado, que ja dura a muito nesta regiao. Estou a espera para ver o futuro desta ligacao que a muito o povo ja esperava e que agora esta nas balanca... Vamos a ver se este governo, que ja é desgoverno pela forma como gasta vai saber lidar com este caso que é vital para matar um pouco mais esta insularidade que vivemos.

GUILHERME DE ABREU CORREIA (ESCRITOR ESPIRITUALISTA) : Actualizado: 14-07-2009 11:08:28
O GOVERNO TEM DE RESOLVER E DEFENDER O CASO "ARMAS" PORQUE É DO INTERESSE DE TODOS OS MADEIRENSES: O GOVERNO TEM DE RESOLVER O CASO "ARMAS" A CONTINUAR COMO TEM ESTADO A FAZER, A OPERAR, A SERVIR TODOS OS MADEIRENSES ATRACANDO E DESCARREGANDO NO PORTO DO FUNCHAL! NÃO DEVEM DEIXAR PREVALECER O INTERESSE DOS OUTROS ARMADORES MONOPOLISTAS GANANCIOSOS E INVEJOSOS! SE NÃO HÁ LEIS PARA DEFENDER ESTES CASOS, O GOVERNO QUE CRIE AS LEIS! AS LEIS SÃO MERSMO CRIADAS PARA DEFENDER OS INTERESSES DO POVO! AS LEIS ANDAM SEMPRE ATRASADAS, DESACTUALIZADAS, E ANDAM COMO OS ANTIGOS "CARROS DE BOIS", MAS ELAS TÊM DE SER CRIADAS LOGO QUE SE FAZ NECESSÁRIO! AS LEIS DEVEM ESTAR SEMPRE ACTUALIZADAS PARA SERVIR OS INTERESSES DO POVO, QUE É A NAÇÃO, O ESTADO! AS LEIS DEVEM SER SEMPRE PROGRESSISTAS E ACTUALIZADAS ÀS REALIDADES SEMPRE ACTUAIS E DESTE MODO, OS LEGISLADORES QUE SÃO PAGOS PELO POVO - ESTADO, NAÇÃO - DEVEM ESTAR SEMPRE A TRABALHAR, SEMPRE A LABORAR!...

dimitrios » Dimitrios : Actualizado: 14-07-2009 10:16:26
Armas: Porque é que certos (muitos) madeirenses são tão invejosos?? Porque é que se tenta deitar abaixo algo que até está a ser muito benéfico para a população da Madeira?? Inacreditável... a inveja mata e roi...


Dois mortos em acidente de mota na Ponta do Pargo

Logo de manhã, na Ponta do Pargo, uma mota em que seguiam dois jovens embateu num homem que caminhava a pé, sendo que este acabou por perder a vida no local. O condutor do motociclo faleceu já no Hospital. Entretanto, na Rua 5 de Outubro e no Lombo dos Aguiares registaram-se outros dois acidentes, os quais provocaram um ferido ligeiro e outro grave.
Um acidente envolvendo um motociclo, causou ontem duas vítimas mortais. O caso deu-se por volta das 9:50 horas, ao sítio do Amparo, na Ponta do Pargo, na antiga Estrada Regional.
Segundo conseguimos apurar, junto da Polícia de Segurança Pública, o condutor do motociclo, com 20 anos de idade, fazia-se acompanhar de um outro jovem, de 19 anos, na altura do acidente. Sem se perceber como, o motociclo acabaria por embater contra um peão que ali circulava, um indivíduo de 56 anos de idade, residente ao que tudo indica em Santa Cruz. Este acabou por ter morte imediata. Na altura do embate, circulava só na referida estrada, de acordo com as informações fornecidas pela PSP.
A motorizada, em consequência do embate, acabou por despistar-se, tendo ambos os ocupantes sido encaminhados para o Hospital Central do Funchal.
O rapaz que seguia na traseira da moto acabou por receber alta ao início da tarde, sendo que o condutor acabou por inspirar muitos cuidados, dada a gravidade dos ferimentos.
Segundo informações recolhidas pelo JM, o jovem ainda teve várias paragens cardíacas, pelo que teve de ser deslocado para o bloco operatório, onde foi submetido a uma intervenção cirúrgica que durou entre 4 a 5 horas.
Apesar das tentativas, dos médicos, o jovem sucumbiu aos vários politraumatismos sofridos.
Jornal da Madeira / Ocorrências / 2009-07-14

Nota do autor do Blogue:
A vítima do acidente, encontrava-se na Ponta do Pargo a passar uns dias de férias numa casa que adquiriu há cerca de um ano e que mandou recuperar.
Verifica-se que a loucura anda à solta nas estradas da Madeira sobre rodas.
Agora, quem pactua com esta loucura, também é louco!
Coloquem os radares nas estradas sem aviso prévio, e actuem sem contemplações, as limitações de velocidade é mesmo para cumprir! o que estão à espera?

Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

Ferry Atlântida nos Açores?


Um empresário luso-canadiano apresentou uma proposta para a compra do navio, com o objectivo de criar cruzeiros turísticos na Região e fazer ligações à Madeira.
O navio Atlântida, encomendado pelo Governo Regional dos Açores aos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) e rejeitado posteriormente por incumprimento de parâmetros técnicos, poderá mesmo vir a fazer transporte turístico na Região.
Segundo avançou o Diário de Notícias, um emigrante açoriano no Canadá, proprietário de uma empresa de transportes marítimos, apresentou uma proposta de aquisição do luxuoso ferry Atlântida. De acordo com aquela fonte, o objectivo é a integração do navio no modelo de transportes da Região, criando mesmo uma ligação marítima entre os Açores e Madeira.
Segundo afirma o empresário, John Amaral, a sua vontade é dar aos seus "conterrâneos aquilo que eles precisam, com toda a qualidade. O Governo Regional dos Açores já tem esta proposta em mãos". O empresário é o gerente de uma empresa de capitais canadianos, a "Cascata do Mar". Segundo avança aquela fonte, a proposta contempla uma rede de três navios, num investimento aproximado de 100 milhões de euros.
John Amaral pretende utilizar o ferry em cruzeiros de nove dias, por todo o Arquipélago. Assim, a proposta da empresa canadiana passa por liquidar os 32 milhões de euros já pagos aos ENVC pelo Governo Regional, com pagamentos faseados de 3,2 milhões de euros, ao longo de dez anos. Estas verbas seriam obtidas através do aluguer do Atlântida, para cruzeiros turísticos entre as ilhas dos Açores e da Madeira, durante todo o ano.
John Amaral concluiu ainda que "não é por causa de menos de duas milhas de velocidade, que se abandona um navio novo. Para o turismo isso não faz nenhuma diferença".
Fonte: Jornal Diário
13/07/2009 - 15:00

Nota do autor do Blogue: quantos camarotes dispõe o ferry Atlântida?
Agora vejamos um novo conceito de cruzeiros.



Cruzeiros com novos conceitos.
Esta empresa de cruzeiros low cost tem os mesmos conceitos da easyJet (empresa do mesmo grupo), ou seja, apenas o básico está incluído no preço, o que para pessoas que dispensem certas mordomias, chega perfeitamente. Se assim for, pode por exemplo fazer um cruzeiro de 4 noites com o embarque e desembarque em Atenas, passar e conhecer as ilhas de Aegina, Mykonos, Tinos e Sifnos, desde €180 por pessoa
Dispõem de 2 navios de cruzeiro.
"Easycruiseone" de 1990, dimensões 88,32 x 15,31 x 4,00 m.
Brt/ Nrt/ Dwt. 4077/ 1371/ 433. Capacidade 100 passageiros. Velocidade 15,5 nós
"Easycruise Life" de 1981 ex LEV TOLSTOY, 134,5 x 21,0 x 5,6 m. Brt/ Dwt. 12637/ 1642.
Passageiros; 600, acomodados em 239 camarotes
Velocidade 15,5 nós de serviço. Máx. veloc. 17,5 nós.
Em construção
"EasyCruise Three"
Dimensões 100 x 18.0 x 4,75m., GT 7.000t, passageiros 504.
Velocidade 15 nós.


Reparem nas velocidades destes navios inclusive do novo, em construção, 15,5 nós, é de facto uma velocidade económica.

Funchal-Largo do Pelourinho

Tribunal marítimo

Creio que deveria ser o Tribunal Marítimo a resolver a questão colocada pelos Armadores Portugueses, de que o Armador ARMAS mantem uma operação ilegal no Porto do Funchal.

Contudo a Providência cautelar deu entrada no Tribunal administrativo em Lisboa.
A ver vamos!

ARMAS mantém operação com carga rodada

António Armas e Conceição Estudante apontam para cumprimento do licenciamento
STT considera que o funcionamento do Porto do Funchal nunca foi prejudicado pela operação
Data: 13-07-2009
A Naviera Armas e a Secretaria Regional do Turismo e Transportes (STT) não receberam notificação do tribunal pelo que a operação de carga e descarga no Porto do Funchal manter-se-á de momento. No entanto as duas partes acordaram cumprir qualquer decisão futura proferida pelo tribunal.
Por outro lado, o transporte de passageiros e carga realizada pela Naviera Armas no Porto do Funchal tem decorrido conforme o disposto no licenciamento. Esta foi a posição transmitida esta manhã pela secretária regional do Turismo e Transportes e pelo armador António Armas.
“Nós entendemos que aquilo que está a ser feito decorre nos termos do licenciamento”, afirmou Conceição Estudante, acrescentando, “o que nós procuramos sempre manter com a companhia é o equilíbrio necessário para o funcionamento do Porto do Funchal”.
Segundo a secretária regional tal equilíbrio tem sido alcançado. Conceição Estudante defendeu que os avisos da Administração dos Portos da Região Autónoma da Madeira são dirigidos aos condutores e passageiros e não estão relacionados com a questão das mercadorias.
“O aviso publicado pela APRAM não tem haver com a carga, mas sim com os procedimentos a seguir pelos passageiros numa altura em que há mais movimento”, defendeu a responsável.
Conceição Estudante desfez ainda qualquer relação entre a a providência cautelar e a reunião que decorreu hoje na SRTT. O encontro estava agendado há aproximadamente dois meses e serviu para analisar a operação tendo em vista a colaboração futura. A circunstância levou contudo à natural abordagem do tema.
Artur de Freitas Sousa (DN)

Trabalhem e produzam Armadores Portugueses!

Os Armadores Portugueses podem utilizar o Terminal RO-RO do Porto do Funchal, operando com navios ferry's, tal como o ferry espanhol "Volcan de Tijarafe" opera no referido terminal.
A Secretária Regional do Turismo e Transportes já tinha confirmado esta possibilidade.
Agora, os Armadores colocarem uma Providência Cautelar no Tribunal Administrativo, ao invés de colocarem um ferry entre o Continente e a Madeira, é uma afronta ao Povo da Madeira, praticando um comportamento colonialista em relação a uma ilha Portuguesa Ultraperiférica.
Não querem trabalhar, e estão a dar trabalho ao Tribunal, e aos visados, Apram, IPTM, e Armador Armas, através da Providência Cautelar.
A Transisular, ENM, Portline, Viera e Silveira e Box Lines, tiveram anos e anos a fio para criarem uma ligação deste tipo. Nem que fosse em parceria!
Ao fim de 2 anos aparece o Armas com um serviço inovador e util, e é logo bombardeado com entraves e cotas? Com esta forma de trabalhar, Portugal afunda-se cada vez mais.
É revoltante, a atitude dos Armadores Portugueses! desta forma, não estão a contribuir para a riqueza e desenvolvimento da região.

Trabalhem e produzam Armadores Portugueses! no que concerne à modernização e rapidez desejável das ligações marítimas entre a Madeira e o Continente para passageiros e carga rodada!

Domingo, 12 de Julho de 2009

Segunda línea de transporte marítimo Canárias<>Madeira

10/07/2009 (12:19 h.)
LAS PALMAS DE GRAN CANARIA
Canarias y Madeira impulsan una segunda línea de transporte marítimo para aumentar el intercambio comercial
LAS PALMAS DE GRAN CANARIA, 10 (EUROPA PRESS)

El Gobierno de Canarias y el de Madeira impulsan "con carácter inminente" una segunda línea de transporte marítimo con el fin de aumentar el volumen de intercambio comercial entre ambas regiones.

Así lo informó hoy en rueda de prensa en la capital grancanaria el vicepresidente del Gobierno canario, José Manuel Soria, acompañado por su homólogo en Madeira, Joao Cunha e Silva, tras una cumbre celebrada desde ayer con el fin de relanzar las relaciones entre ambos archipiélagos.

Dicho encuentro da continuidad a la visita que el pasado mes de marzo realizó Soria a Madeira. En esa ocasión, el también consejero de Economía y Hacienda del Ejecutivo canario defendió que los dos archipiélagos "tienen fortalezas y debilidades comunes de cara a la crisis económica" e insistió en la "importancia de alcanzar un acuerdo que facilite" aprovechar la situación y consideración que tanto Canarias como Madeira tienen como regiones ultraperiféricas (RUP).

Asimismo, Soria anunció, durante dicho viaje, la creación de grupos técnicos de trabajo de representantes de los dos gobiernos que se han reunido desde ayer en Las Palmas de Gran Canaria con el objetivo de identificar las dificultades que impiden actualmente un mayor nivel de intercambio comercial y económico.

Tras dicho encuentro, el también presidente del PP en Canarias constató el "buen y creciente nivel de relación institucional bilateral", así como "un enorme potencial para aumentar el comercio e inversiones recíprocamente en los dos archipiélagos", volumen que, en su opinión, "todavía es bajo en comparación a ese potencial".

En este sentido, comentó que durante la cumbre se han abordado "cuestiones técnicas que sirvan para mejorar los intercambios, inversiones y para crear un espacio de integración económica, de crecimiento y de bienestar entre Madeira y Canarias y también con los países terceros del entorno geográfico".

EN EL PUERTO DE CAÑIZAL

Así, ambos gobiernos reconocieron un problema de las líneas de transporte. No obstante, Soria manifestó que "hoy hay una estabilidad con cuatro conexiones por vía aérea y una línea marítima que conectará con el puerto de Cañizal en Madeira --apta para contenedores y mercancías-- y se va a unir a la que hasta ahora existía en Funchal. Ello a fin de "aumentar el volumen de comercio", añadió el vicepresidente canario.

Por otro lado, Soria indicó que el memorándum de la reunión Canarias-Madeira incluye también "aunar esfuerzos para coordinar la posición en tanto que regiones ultraperiféricas para resolver problemas comunes y, entre ellos, el de la conectividad".

Incidió en que "Canarias está más cerca de Madeira que de cualquier otra región de la Unión Europea, no sólo geográficamente sino por las relaciones que se mantienen desde el punto de vista institucional y político".

Sin embargo, admitió que "esa realidad está por debajo del potencial que esa cercanía pudiera justificar desde el punto de vista del turismo y del intercambio de bienes y servicios". Por ello, ambas regiones tratan "conjuntamente de remover los obstáculos y las dificultades que hoy hay para facilitar ese volumen de intercambio y se ajuste más al potencial existente", aseveró.

Por su parte, su homólogo en Madeira, Joao Cunha e Silva, abogó por resolver los problemas de transporte entre las islas e "intensificar el comercio entre las dos regiones, al igual que intercambios culturales, deportivos y económicos". Del mismo modo, mostró su preocupación por "el estatuto de las regiones ultraperiféricas" y apostó porque ambos archipiélagos creen "una estrategia común que defiende a ambas regiones".

"Espero que en el futuro y para beneficio de ambas regiones se intensifiquen cada vez más la colaboración iniciada y reforzar los lazos de unión y colaboración con Canarias", sentenció.
Fonte: Canarias Hahora.es

"Volcan de Tijarafe" navega para a Madeira

O ferry espanhol "Volcan de Tijarafe" navega para a Madeira.
Partiu com atraso do Porto de Portimão pelas 13:00h, com muitos passageiros , viaturas ligeiras, e
carga rodada (atrelados e camiões).
Na Segunda-feira, a previsão de chegada aponta para as 11:30h.

"Prémio Lemniscata" versus "SIMPATIA PROFISSIONAL VERÃO 2009"

A propósito do prémio Lemniscata, onde o meu Blogue foi contemplado no Blogue de José Modesto, (aceda ao mesmo, na coluna do lado direito) venho anunciar o seguinte.
Nesta conjuntura económica severa, e com as dificuldades na manutenção da Auto Estrada Marítima entre a Madeira e o Continente-Portimão, este Blogue vai promover o prémio "SIMPATIA PROFISSIONAL VERÃO 2009" a uma autoridade que participa na operação do ferry espanhol no Terminal RO-RO do Porto do Funchal, APRAM (Portos da Madeira), PSP, Alfândega, Polícia Marítima, GNR, SEF.

Como não é possível efectuar 2 sondagens instantaneamente, a próxima será dedicada às autoridades que participam na operação do ferry espanhol no Porto de Portimão.
Na cabeça da coluna do lado direito, pode votar em mais de uma entidade.
Aguardo e agradeço a vossa participação.
Paulo Farinha

Sábado, 11 de Julho de 2009

Operação com carga rodada no Terminal RO-RO do Porto do Funchal


Para a próxima semana e em especial na Segunda-feira, haverá novidades sobre a operação de carga rodada que o ferry espanhol realiza no Terminal RO-RO do Porto do Funchal. As dúvidas serão dissipadas!
No que respeita às operações de carga rodada do ferry espanhol, a entidade portuária não participa com meios de logística, só na colocação e retirada da escada, amarras, segurança e pilotagem.
A carga rodada normalmente é composta por atrelados, camiões pesados ou ligeiros.
Os atrelados ao serem acoplados por tractores locais dentro do navio, saem pelas rampas para o seus destinos.
Do mesmo modo os atrelados entram no ferry pelas rampas acoplados aos tractores. No interior depois dos atrelados estacionarem nos locais devidos, são desacoplados e os tractores locais de empresas privadas saem do navio pelas rampas.
Portanto o Terminal RO-RO do Porto do Funchal serve apenas de passagem aos tractores, não havendo operações de engate, desengate dos referidos atrelados no Terminal.
É este, o cerne da questão entre os Armadores Portugueses o Armador espanhol, a APRAM e o IPTM.
Evidentemente que se trata de operações legais e céleres, que naturalmente diluirão a Providência Cautelar.
Este tipo de operação na movimentação de carga rodada é praticamente praticada em todos os Portos da Europa, e como tal, é reconhecida.
E, não vão ser os Armadores Portugueses nem os Tribunais, que nos farão recuar no modernismo, na rapidez, na dinâmica e na economia destas operações RO-RO que sem dúvida concorrem para a economia desta ilha Ultraperiférica.
Estejam atentos ao TRATADO DE LISBOA que poderá ser aprovado já, no dia 1 de Novembro, com repercussões económicas muito favoráveis às regiões da Macaronésia e que apoiará em especial os transportes marítimos.

Há! é verdade! Os Armadores Portugueses esqueceram-se de incluir o Porto de Portimão na Providência Cautelar? onde a operação da carga rodada é precisamente igual à efectuada no Terminal RO-RO do Porto do Funchal! Ah! ah! ah!.

PORTOS DA MADEIRA


Clique na imagem para ler os procedimentos que os passageiros dos ferry's da Porto Santo Line e Naviera Armas devem seguir.

Farinha Ferry-Macaronésia

Os navios ferry despertam-me a atenção, e neste Blogue dou importância especial ao ferry espanhol da Naviera Armas que efectua viagens entre a Madeira e Portimão desde 15 de Junho de 2008, e desde 2 de Julho de 2006 entre a Madeira e as Canárias.
Ferry > Canárias <> Madeira <> Portugal

Ferry "Volcan de Tijarafe" - venda de passagens



No site da Naviera Armas poderá adquirir as passagens efectuando também o AUTO CHECK-IN.
Carga rodada, contactar 265 546 300

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Porto Santo, Funchal, Ponta Delgada, Las Palmas, Tenerife, Faro, Lisboa, Porto, Sal-Cabo Verde, Maputo, Maquela do Zombo-Angola.

Sigo há 10 anos, com leituras e previsões fiáveis na meteorologia.

Movimento de navios no Porto do Funchal desde 1960

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